sábado, 27 de março de 2010

A REFORMA AGRÁRIA , E A ZONA DA MATA

Um dos fatos sociais mais importantes do ano, em Juiz de Fora, foi a invasão pelo MST, de fazenda de família da cidade. Vários amigos, e leitores pedem minha opinião. Trata-se de um tema antigo, e paradoxalmente, contemporâneo, pois ainda não resolvido: a reforma agrária.

Sou de família de agropecuaristas, aqui da Zona da Mata. Vale dizer que meu avô, um espanhol que tinha somente o curso primário, fez parte de uma " reforma agrária brasileira" . Explico: ele ganhou, do governo, terras devolutas, que significavam, nada mais, que terras sem dono.


Isso aconteceu por volta de 1930. Meu avô, com seus filhos, receberam do Estado, os títulos de propriedade dessas terras sem dono. Terras devolutas. Era mata fechada. Para transformá-la em fazendas produtivas, acordavam, todos os dias, sábados e domingos, às 4 da manhã, indo dormir à meia noite.

Depois de décadas, com suor de incansável trabalho, formaram uma importantíssima empresa agrícola em Minas. Foram, durante anos e anos, os maiores produtores de milho e café do Estado. Muitos anos depois, décadas, tudo se acabou, e vou, nesse artigo, dizer como e porque.


Outra experiência com "reforma agrária", que tive o privilégio de presenciar, foi em Leopoldina, minha terra natal. Lá, existiram as maiores fazendas de café do Estado. Terra de Barões do café. Verdadeiros aristocratas e latifundiários, numa fase da economia nacional , em que não existia indústria no Brasil. A terra era o único sinônimo que se conhecia de poder, e de se amealhar riquezas. Estamos falando de 100 anos atrás, não mais que isso. Ou seja, ontem.


Venho, portanto, de família que lavrou a terra com as próprias mãos, sem herança , sem privilégios. Gente que acordava às 4 horas da manhã, para ir cuidar da lavoura e da madeira, junto com todos os demais trabalhadores das fazendas. Saímos do nada. Éramos uma família pobre.

Meu avô exigiu que todos seus filhos estudassem. Nos anos 30, isso não era fácil. Brava gente ! Por seus legados técnicos na criação das raças Gir e Guzera, , de trabalho incansável, e de honestidade, Jother, Rubens , José Resende Peres e todos seus irmãos, são ainda referências na Zona da Mata.

Me lembro do quanto meu querido tio, José Resende Peres, lutou, e fez de sua coluna dominical no O Globo, onde escreveu por mais de 25 anos, uma trincheira do produtor rural, contra os "arroubos da esquerda" ! Ficava furioso comigo quando, muito jovem, eu dizia que o Brasil era um país injusto com o trabalhador rural , e que se fazia necessário uma reforma agrária urgente e radical. Ele só faltava "me matar" .

Éramos tão amigos, que conseguíamos respeitar nossas diferenças ideológicas. Depois de seu falecimento, publiquei livro com coletânea de seus melhores artigos . "Milho para milhões, titulo de seu primeiro artigo no Globo, e também o titulo do livro.


"Espumava de raiva", e com sua forma espanhola de defender seus pontos de vista, me dizia aos berros: " o Brasil não precisa de reforma agrária ! O Brasil precisa de educação e de seriedade ! O Brasil tem terra à vontade ! O que falta ao campo é crédito, tecnologia, extensão rural e políticas de preços mínimos como acontece em qualquer país que possui política agrícola séria. Porque você acha seu ," comunista de meia tigela ", que a França , e os Estados Unidos abastecem as esfomeadas Cuba e União Soviética ?

E continuava : " nesses países que a esquerda brasileira venera e admira, foi feita reforma agrária , e no entanto, se não fossem os franceses e americanos, os comunistas teus amigos já teriam morrido de fome! E com reforma agrária !!! "

Terra é um dos componentes para execução de uma política agrícola de sucesso. Por isso saiba, também seu " esquerdinha festiva ", que para se produzir alimentos com abundância, é necessário crédito, tecnologia e política de preços. Sem esses três componentes, o pais morre de forma, mesmo que o PT faça distribuição forçada de terras, de forma demagógica, vai dar errado ! E terminava a bronca furioso.

Passado quase um século, entre a ascenção e decadência econômica de minha família, e da sucessão hereditária nas grandes fazendas de Leopoldina e Zona da Mata , qual a realidade da agropecuária de nossa região? O que aconteceu, e o que esta acontecendo pode ser resumido da seguinte forma:

1) com o fim da escravidão, provou-se que a grande parte das terras da região são quase que imprestáveis para a atividade agrícola, devido a sua péssima topografia , e também por sua utilização inadequada durante décadas. Foram terrras viaveis, sim , no passado, gracas ao regime escravocata, a forma criminosa de se explorar o ser humano e que nos envergonha ate os dias de hoje. São terras "cansadas", que precisam , de pesados investimentos em recuperação de solo , o que as inviabilizam.

2) houve uma reforma agrária natural em toda a Zona da Mata. As grandes fazendas do Barões, são hoje pequenos sítios, mal administrados por seus bisnetos, que sobrevivem com grandes dificuldades, praticamente não existem latifúndios na Mata Mineira. Conta-se, nas mãos, fazendas com mais de 1 mil alqueires . A grande e absoluta maioria é formada por pequenos proprietários, vivendo da economia de subsistência, com baixíssima produção em suas atividades. Boa parte já abandonou a propriedade, e foi para a cidade em busca de um emprego para poderem sobreviver.

3) assim, aconteceu com minha família: outrora uma grande empresa agrícola, hoje feita a divisão das terras, de 12 irmãos, só um possui uma fazenda produtiva. Todos os outros venderam suas propriedades. Não porque não quisessem mais ser fazendeiros. É porque não tinham como fazer uma fazenda de 100 alqueires ser produtiva o suficiente para sustentar suas famílias. Uma história repetida permanentemente em toda a Mata Mineira , e de certa forma, em todo o Brasil.

4) Portanto, idem para as grandes famílias proprietárias de larga extensão de terras em Leopoldina , e em toda a Zona da Mata. Juiz de Fora, óbvio, incluída. Todas, sem excessão, vivem com enormes dificuldades. Quando não, super endividadas.

A história do fracasso da atividade agropecuária de nossa região, prova que meu tio estava certo: não foi por falta de reforma agrária que a Zona da Mata mineira, ficou mais pobre e miserável. Ao contrário, a reforma agrária da região , provavelmente tenha sido uma das mais importantes de toda história do setor no Brasil, visto que natural e, no entanto, a Mata está totalmente estagnada e empobrecida.

Assistindo à invasão do MST em nossa região, vejo no entanto, uma grande possibilidade da sociedade, de toda a Zona da Mata fazer um grande laboratório desse fato. Um laboratório de experiências, com um só objetivo: dar um exemplo para se reverter essa realidade de pobreza e da falta de política agrária em nosso país. Juiz de Fora, se quiser, poderia dar um grande exemplo para o Brasil.

Explico: aqui, temos uma Universidade Federal - UFJF; uma empresa de pesquisa - a EMBRAPA , voltada para o gado de leite ; uma escola agrícola em Rio Pomba. A melhor instituição do Brasil, voltada para a agropecuária, a Universidade de Viçosa , e por fim a referência em produtos lácteos do país, o Instituto Cândido Tostes. A ideia é: por que não juntamos todas essas instituições e fazemos uma reforma agrária de verdade como exemplo para o Brasil ? O projeto teria como base, as seguintes premissas:


1) INDENIZAR, COM VALOR DE MERCADO OS VERDADEIROS PROPRIETÁRIOS DA TERRA OCUPADA;

2) colocar juntas, todas essas instituições, criando um grupo para executar, com o MST, um plano de investimentos e de atividades economicamente viáveis para a terra ocupada , onde fosse preconizado e priorizado um projeto sustentável, com base nas seguintes bases :

2.1) cada instituição teria um papel a desempenhar, monitorando o projeto até a sua absoluta maturação, ou seja, quando as famílias do assentamento, tivessem condições de administrar e produzir a terra que reivindicaram;

2.2) A Universidade de Viçosa cuidaria da implantação do projeto agrícola, com a execução e plantação de culturas que fossem compatíveis com o objetivo de se atingir produtividade e sustentabilidade de 150 famílias. A Arcelor Mittal poderia ser também uma boa parceira na área de reflorestamento sustentável;

2.3) A Embrapa cuidaria da implatação do projeto de pecuária de leite, com produção compatível para a renda de 150 famílias. O gado a ser adquirido viria por doação de pessoas jurídicas e físicas. Com essas instituições oficiais a frente, o projeto teria credibilidade;

2.4) A Escola de Técnica Agrícola de Rio Pomba , e o Instituto Cândido Tostes, cuidariam do ensino técnico de todos os membros do MST participantes da invasão;

2.5) A UFJF poderia dar todo o apoio técnico nas áreas social , odontológica, e médica aos membros do MST. Poderia, também, solicitar aos Deputados da região que conseguiram verbas para a UFJF comprar, por R$ 7 milhões um terreno urbano, e implantar um jardim botânico, recursos para esse projeto , que pode se tornar referência nacional para a solução de um dos principais e históricos problemas do Brasil : a reforma agrária !

Refiro-me , principalmente, aos Deputados que fazem parte do campo democrático, como se auto-intitula o Deputado Júlio Delgado, que conseguiu com emenda sua, recursos para o importante jardim botânico de Juiz de Fora e , além, claro, de Paulo Delgado, e toda a bancada de esquerda de Minas Gerais.

Dado a localização e a credibilidade de todas essas instituições de ensino, que vale lembrar, são federais, não me recordo ter visto uma oportunidade tão sadia para se fazer um movimento verdadeiramente importante em prol da reforma agrária em nosso pais.

Já passamos da hora de resolver um problema equacionado em todo o mundo capitalista e democrático. Menos no Brasil hereditário e atrasado. Mas para isso, são necessárias ações sérias, com tecnologia, educação, crédito e terra.
Mas se ficarem somente com esse último ítem, ou seja, somente invadindo terras, o movimento será um fracasso. E toda a sociedade, estejam certos, ficará contra.

Uma grande chance para Juiz de Fora se mostrar para o país, com modernidade, com papel relevante.

Eu contribuo.

38 comentários:

Wanderson Castelar Gonçalves disse...

Prezado Omar

Acabo de ler sua opinião sobre a situação agrária da Zona da Mata, instigado pela ocupação de uma fazenda na vizinha Coronel Pacheco, cidade onde também está sediada uma das seções regionais da Embrapa.

Além da análise bastante lúcida, ilustrada pela história de sua família, arrisca-se - como é do seu feitio - a propor uma solução para o problema. Neste caso, um projeto que seria desenvolvido por um grupo de instituições com forte presença regional, todas de indiscutível seriedade e cabedal reconhecido. Caso fosse executado, teríamos um modelo para o país.

Com o propósito de conhecer e manifestar meu apoio à iniciativa do MST, estive na fazenda ocupada, no último final de semana. Assustou-me a extensão da propriedade, com quase 5 mil hectares, praticamente abandonados. Conversei demoradamente com os líderes do movimento e com os trabalhadores que estão acampados lá. É comovente a coragem que demonstram diante de tantas dificuldades e incertezas. Morar em um acampamento sem-terra é uma experiência radical e de alto risco.

Com tudo que vi e ouvi, saí de lá com um sentimento que era um misto de desolação e esperança. Desolação com a realidade brasileira, ainda marcada e, em boa medida, condicionada pelo seu passado colonial, onde se moldou nossa estrutura agrária e o padrão oligárquico da política brasileira. O colonialismo, além de um sistema econômico, historicamente determinado, é o sistema que estruturou a mentalidade das nossas elites. Por isso, no governo, desprezam o povo e saqueiam a nação.

Em contrapartida, há esperança no crescimento das lutas sociais, por um lado, e na evolução do processo de reforma do Estado, por outro. Este processo, já em curso no Brasil, tem feito crescer o ambiente favorável à implantação de importantes reformas institucionais, com a estruturação de políticas públicas, que começam a transformar ‘relações de favor’, típicas do modelo oligárquico, em ‘relações de direito’, próprias do sistema republicano.

Diante de tamanho desafio, a presença dos sem-terra em nossa região é um estímulo e um exemplo a ser seguido. Em todas as áreas da vida pública, há um latifúndio de problemas a ser dividido. Vamos ocupá-lo enquanto é tempo.

Um abraço do Castelar

Anônimo disse...

Omar vce defndendo o MST ! Perdeu meu voto, minha admiração e meu respeito!
Imaginem se criássemos o movimento dos sem dinheiro o MSD, então invadir bancos e pegar dinheiro (roubar) seria justificável?! Entrou no campo da demagogia também Omar?! Todos sabem que este movimento tem motivações políticas e é só passar aonde tem assentamento que vce vai ver que muitos são abandonados depois que eles fazem o saque (roubo)!Depois por curiosidade levanta a ficha deste pessoal que invadiu esta fazenda que vce vai ver o passado deles e que quem tà agitando não é nenhum coitado Omar, a maioria tem passagem pela policia e tem posses em outros lugares! Sinceramente Omar que decepção!!!!
Abraços.

Luiz Penna disse...

Antônio Isair da Silva, 65, é um homem que tem a preocupação de perpetuar a poesia iniciando-a aos mais jovens. Natural de Cataguases se mudou para Juiz de Fora em 1957 e aqui ficou até 1960; mas, por razões pessoais, foi para outra cidade.

Ainda menino dava suas primeiras pinceladas poéticas. “O interesse surgiu através do incentivo de uma diretora da minha escola. Era muito novo. Ela comentou que eu tinha o dom de poeta O entusiasmo me abraçou. Daí, não parei mais”, comenta Antônio Isair.

Fã confesso do trovador Belmiro Braga, Isair vai na mesma linha de raciocínio de Noll para falar da função da literatura na vida dos homens. “Escrevo porque há algo que me incomoda neste imenso universo, que é a insuficiência do real para dar as respostas certas sobre as nossas dúvidas e receios existenciais. Por isso acho que a poesia de Braga poderia ser mais divulgada nas escolas públicas, para que essa meninada pudesse aprender sobre a história desse homem genial, que soube dar formas e movimentos as palavras”.

Retorno
Profundo, intenso, sereno no gestual, fala tranquila e generosa, a presença de Antônio Isair é forte e poderosa. Distante de Juiz de Fora por quase 17 anos, o poeta volta em 1977 e inicia seus movimentos literários e se envolve com figuras do porte dos irmãos Roberto Medeiros e João Medeiros, José Antônio Jacó, Jubinha, Antônio Carlos Furtado, José Tostes de Alvarenga Filho, Daltemar Lima, Wilson de Limas Bastos, Romeu Vianna e Raymundo Feleciano das Graças. Todos envolvidos com processos culturais na cidade.

Quando residia em Cataguases o poeta chegou a conhecer Rosário Fusco (1910-1977) e Ascânio Lopes (1906-1929), dois grandes escritores do movimento da revista Verde. “É lógico que era um tempo de grande efervescência cultural. O mundo desabrochava no modernismo e Cataguases vivia essa atmosfera”, conta Antônio Isair.

Em 1986, com o projeto de divulgar a literatura criada em Juiz de Fora, Antônio é um dos mentores do lançamento do jornal o Poeta. O jornal, que sai rigorosamente no primeiro dia de cada mês, tem oito páginas, formato tablóide. Ele faz parte da Associação Brasileira de Poetas e Escritores (ABRAPES).

“Em setembro faremos o lançamento de uma coletânea do jornal. Com 100 títulos. Vai se chamar Primavera. Com certeza será um momento inesquecível. Além disso, estamos promovendo no último sábado de cada mês, um sarau de poesia; o evento acontece no espaço Mascarenhas e já conta com poetas de todas as idades”.

Sem esquecer dos amigos de variados tons poéticos surgido ao longo dos anos, Antônio lembra Milton Moreira, Regina de Alvarenga, Maria Helena de Oliveira, Wanderley de Oliveiras, Aloísio Alfredo Silva, Mauro Coimbra, Vitorio Smanio e Haroldo de Oliveira. Todos sabiamente construíram um enredo cultural bem feito em Juiz de Fora.

Quando comenta sobre o incentivo da leitura nas escolas públicas de Juiz de Fora, os olhos de Antônio brilham. “Esse movimento poderia ser interessante, aglutinador, capaz de despertar a beleza das palavras na vida das crianças. A poesia não é um grupo de palavras usada como se fosse uma conversa, ela é gerada no amago do coração através de uma emoção, por isso quem a lê ou ouve sente também os efeitos da sua beleza estética. Se as crianças, principalmente, aquelas que moram na periferia fosse estimuladas a isso, poderíamos ter uma nova perspectiva social, mais humana e generosa ”.

Anônimo disse...

Paslestina Juiz Forana,

Um dos melhores bairros de Juiz de Fora o Bom Pastor, agoniza com a sua vizinhança não desejada o Guaruá...Diariamente é presenciado atos de assaltos, roubos a transeuntes e residências e a rota de fuga todos sabem...é o Guaruá.

Acredito que existe uma relação Freudiana, pois se o mensalista rouba, "nóis" também podemos roubar. Mas, o mensalista já mudou de bairro Graças a Deus...

Pela alegria dos Guaruanos, antes de sem mudar o mensalista transformou o Posto Policial do trevo do Bom Pastor em um bar, o posto policial em frente ao MacDonald´s nunca tem polícia, enfim é uma bandono total.

A Praça do Bom Pastor após 19:00 hrs é e sempre foi um reduto de traficantes.

Enfim, a segurança do bairro esta nas mãos dos bandidos e traficantes...Só resta a alternativa de construir um muro igual ao que Israel construiu na faixa de gaza, outra alternativa é contratar a milícia do Rio de Janeiro para fazer o policiamento...

OMAR PERES disse...

Defesa do MST

Nao estou defendendo o MST, ate porque nao me considero credenciado para tanto.

Estou tentando encontrar uma solucao, uma porposta para um dos principais problemas do Brasil, isto e, o secular conflito da terra .

So estou propondo, nada mais que isso. Quem sabe voce tambem nao tem uma ideia, e contribui para minimizar o problema ?

Thiago disse...

Caro Omar...

De fato tanto a reforma agrária é um problema antigo e consequentemente, nos dias de hoje, o problema é o MST.
Não que os sem-terras não tenham o direito de se organizarem, mas a maneira como o movimento é conduzido é que confere um descrédito ao mesmo. No final, terminam sendo tratados como massa-de-manobra(o Lula por eemplo prometeu que a reforma agrária seria prioridade em seu governo, isso há 8 anos atrás, e até hoje nada). Perecebe-se que para os que Lá no poder estão, é melhor contar com o MST, que rende votos, do quê de fato solucionar o problema. Ao contrário do "anônimo", reconheço em você a atitude de propôr uma "solução" para o problema do MST, ou seja, através de medidas administrativas, conferir aos sem-terras o carater de produtores rurais, com incentivo à produção, e não à invasão estimulados por promessas eleitoreiras de que se "tal" for eleito eles irão ganhar as terras e ficar por isso mesmo, praticamente da mesma forma que foi abolida à escravidão, ou seja, muito mal-feita.
e Omar Peres, depois deste artigo, passei a admirá-lo ainda mais, porque eu, no começo de minha juventude também fui comunista, e nos dias de hoje, tinha vergonha de falar isso, mas a partir de hoje não terei mais vergonha pois me espelho em você.

Abraços,

Thiago Coelho

Anônimo disse...

Se a proposta inicial do MST fosse colocada em pratica,seria sem duvida um enorme avanço no assentamento de familias na zona rural.O problema,e como todos os projetos sociais criados no Brasil,a corrupção e a falta de fiscalização,tornou o MST numa perigosa e criminosa quadrilha de inavasores.Ontem no Globo foi noticiado que dezessete bilhões de reais foram desviados,segundo o TCU,se qualquer vestigio de onde possa estar essa fortuna.Todos nos sabemos que esta nos bolsos dos politicos e suas bem formadas organizações criminosas,que roubam o Brasil,sem piedade.Agora eu pergunto,sai PSDB,entra PT,agora deve voltar o PSDB,e mudou alguma coisa?Tem algum politico graudo na cadeia?Algum dinheiro publico foi devolvido aos cofres publicos?Se nem o que o Bejani roubou,voltou para a prefeitura,ao contrario,o atual prefeito se aliou a ele,para confirmar os contratos que dão continuidade a roubalheira.Não adianta.So nos resta chorar e lamentar.O povo brasileiro e culturalmente um povo ordeiro,pacifico.(logico,estou falando da grande parte do povo,aqueles que trabalham,são honestos e honrados)Vamos rezar para que DEUS tenha piedade desse sofrido povo,e quem sabe,uma nova geração de politicos honestos e patriotas assumem o poder no Brasil.Acho muito dificil,para nos,seres humanos.Mas para DEUS,nada e impossivel.

Dr. Barbosa disse...

Vamo lá Omar.
Nunca fugindo das questões polemicas e buscando o caminho do dialogo e do entendimento .

Os problemas se agigantam , na mesma proporção em que as soluções se apresentam .
A Questão é a falta de vontade pólitica de encarar de frente e cortar a propria carne .

Já dizia o dito popular
Se ensina de tres maneiras:
Com exemplo;com exemplo;com exemplo.

Anônimo disse...

DR OMAR,

Só para descontrair, proibiram out door em Juiz de Fora, arbitrariamente invadiram imóveis para retirar os mesmos. Hoje vejo faixas e cartazes agradecendo ao Aécio e Cu stodio pelas obras a parceria que deu certo. Onde ? E aí Suely isto pode? Pouca Vergonha isto sim!

Anônimo disse...

É UM CASO A PENSAR. PODE FUNCIONAR.

Anônimo disse...

Estou com o MST e não abro!

Anônimo disse...

O Brasil não suporta propriedades improdutivas, com a massa de desempregados e poulação ocupando as cidades.

Sou a favor de arrendamentos gratuitos de 5-10 anos em prpriedades improdutivas de mais de 50 alqueires.

Nada de MST que são ocupantes especuladores que não suportam os esforços necessarios para edificação, de propriedades rurais produtivas. TODAS AS OCUPAÇÕES DO MST FORAM DESASTROÇAS.

NÃO PODEMOS COMPARAR IMIGRANTES TRABALHADORES E DESBRAVADORES, COM A TURMA DE COZADORES DO MST-PT.

dimasflores disse...

Anônimo:
Retirar os outdoors da cidade foi a ÚNICA coisa realmente boa feita pelo atual prefeito. Apenas cumpriu o código de postura. A cidade ficou mais agradável. Não houve arbitrariedade. Não sejamos oportunistas.

Anônimo disse...

Ilustre Deputado,


Temos tido o Marcos Pestana, Rodrigo Matos, Julio Delgado, Aécio Neves...vivendo e dependendo de antepassados e já estamos chegando a conclusão que devemos votar naqueles que não tem qualquer passado...

"Não nos interessa o que seus antepassados fizeram pela Zona da Mata e sim o que você pode fazer pela Zona da Mata".

Felipe disse...

Que a lei 8629 seja cumprida.
Em seu artigo segundo parágrafo sexto diz expressamente:
" O imóvel rural de domínio público ou particular objeto de esbulho possessório ou invasão motivada por conflito agrário ou fundiário de caráter coletivo não será vistoriado, avaliado ou desapropriado nos dois anos seguintes à sua desocupação, ou no dobro desse prazo, em caso de reincidência; e deverá ser apurada a responsabilidade civil e administrativa de quem concorra com qualquer ato omissivo ou comissivo que propicie o descumprimento dessas vedações.

Felipe disse...

Esse vereador Castelar é uma pessoa que nada tem a adicionar a sociedade, não têm a menor noção das dificuldades da exploração rural, acha um grupo de sem a menor instrução vai comandar um fazenda daquele tamanho? Acha que vão vivver plantando milho e mandioca? Esse romantismo é só em novela do Benedito Rui Barbosa, senhor vereador use o seu mandato com mais dignidade e pare de proteger bandidos e moleques do DCE.

Anônimo disse...

Hoje a cidade está enfeitada para receber o Governador, agora pode pendurar banneres em locais públicos.
Uma pergunta: Que pagou este material? Estavam com a logo da Prefeitura.
Fiquei sabendo que os funcionários da Prefeitura foram dispensados para receber o Governador. Aprendeu a lição direitinho com seu amigo bejani.

Júlio Sarchis disse...

Sou a favor do MST quando o grupo não esta envolvido com politicos e grilheiros (tem muito isso no MST).
Conforme o Omar colocou, nosso relevo topografico não facilita muito a agricultura. Porém isso é verdade quando se trata de cultura de ciclo curto (soja, arroz, feijão, cana que hoje tem que ser altamente mecanizadas para serem competitivas, etc); porém para culturas de ciclos longos não é tão problematico assim. Pode-se optar por reflorestamento sustentável (O Omar deu essa opção), podemos talves, através de pesquisas complementar da Emater, estender a esperiência com seringueiras, que hoje já é uma realidade na região de Leopoldina.
Podemos também investir mais na agropecuária leiteira, pois pelo pouco que sei (minha área é construção civil), vacas criadas em terrenos acidentados tem seu leite com maior concentração de gordura (desculpem se tô falando besteira). Isso posto, poderiamos fomentar as indústrias de laticinios na região que, essas sim, estão esquecidas pelo governo. Os poucos laticinios que conseguem sobreviver na região tem apoio quase nulo das autoridades. O que aqui coloco, talves não seja tão errado, pois se a área não se prestasse para esse tipo de indústria, os governos passados, no início da república, não instalariam em Rio Pomba uma escola técnica agricola, nem a Universidade Federal de Viçosa, que na sua origem era exclusivamente voltada para a agricultura e pecuária. Não instalaria em Cel. Pacheco a Embrapa (totalmente voltada para pesquisa para gado leiteiro) e nem instalaria em Juiz de Fora o Instituto Cândito Toste, que é referência mundial em ensino técnico e fabrico de produtos lácteos.
Conforme dito acima, não existe terra improdutiva quando se quer trabalhar, quando se conhece como domar a terra. Os melhores vinhos do mundo saem de vinhas onde o "terroir" é ingrime, arenoso e pedregoso, e o clima chega aos extremos entre frio e calor.
Precisamos sim, é de homens para estudar, domar e ocupar aterra, precisamos sim, é de politica voltada para o homem sem terra. Não basta dar a terra e deixa-los ao "Deus Dará".
Àqueles que são contra o MST eu respeito a opinião, também sou contra alguns grupos que se intitulam MST, mas na verdade são bandidos. Tem até os falsos movimentos que invadem áreas de politicos e com o conchavo com corruptos (que infestam no Brasil) tem suas terras supervalorizadas para receberem fortunas à título de desapropriação.
O problema no Brasil é cultural, isso é difícil de resolver!
O verdadeiro MST tem que ser respeitado por nós.
E tenho dito.

Abração a todos.

júlio Sarchis

Anônimo disse...

O fato é que o MST perde a razão praticando atos abomináveis. As FARC já deixaram de ser simplesmente um grupo revolucionário há tempos, para se transformar em um grupo narco-terrorista.
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O MST está a um pulo de se transformar numa Farc brasileira.
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Direito à propriedade é garantia constitucional e não pode ser revertido na marra, no grito, no tiro, na foice.
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Outro ponto importante: será que escolas técnicas conseguiriam ensinar química, física, matemática e demais matérias técnicas complexas à semialfabetizados?
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O que vale aqui é a discussão que é sempre a melhor maneira para se encontrar uma saída para algum problema.
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Saudações,
Ricardo David Smith Batista

Anônimo disse...

A Embrapa que está localizada nesta região dá uma contribuição minima.

Vejo que alavancariamos a região buscando opçoes ao nosso solo, balanço hidrico, altitude e topografia com mais união entre os Agricultores-Pecuaristas, Sociedade e Empresas Privadas de alta Technologia.

NÃO SOU A FAVOR DO APOIO DE QUALQUER ENTIDADE DO GOVERNO, POIS SÃO ELEFANTES BRANCOS QUE SÓ CONSOMEM OS RECURSOS QUE NOS TIRAM ATRAVÉS DE IMPOSTOS COVARDES. VEJA O CASO DOS ENCARGOS TRABALHISTA QUE PAGAMOS AOS NOSSOS TRABALHADORES SEM QUE OS MESMOS POSSAM OBTER QUALQUER SUPORTE DO SETOR DE SAUDE.

A solução é discutirmos modelos para a região. Concordo que o Fruticultura Sub-tropical(BANANA, Goiaba ) consorciada com Reflorestamento e Pecuaria de alto performance pode ajudar a região.

O MST É UMA ORGANIZAÇÃO CONFUSA QUE TEVE TEMPO E APOIO SUFICIENTE NO GOVERNO LULA PARA MOSTRAR SUAS POSSIBILIDADES. O resultado que foi visto é nulo, uma fração minima da sociedade dá apoio a invasores. Quem quer trabalhar a terra nesta região não necessita invadir, mas necessita de um plano empresarial e technologico muito bem elaborado e Capital para alto Risco.

Anônimo disse...

Outros: -Procurei no seu blogger e não achei nenhum comentário sobre a vinda do governador em juiz de fora. Sobre as supostas obras que o Custodio de Mattos irá realizar. Também não achei nenhum análise por parte de você - sobre a materia do jornal tribuna de minas de que a praça do Riachuelo deverá desaparecer - Dando lugar a modernas pistas de trafegos de veiculos.

Anônimo disse...

festival de bizarrices foi o que se viu na rua henrique burnier, num palanque montado para anuncio de obras:

** Itamar Franco assinando protocolos de intenções . Como? se não ocupa nenhum cargo no governo.E nem mesmo o relacionaram ao BDMG....

** adolescentes assistidos por programas sociais da prefeitura e governo de minas, vestindo camisetas pró-Anastasia

** presidnete da Ferrous anunciando projeto de siderúrgica que ele, mesmo, em outra ocasião - basta procurar no google - disse que para se concretizar vai precisar encontrar parceiros

** obra de hospital de urgencia que começa com 'terraplanagem', num local ´que já é plano

** de verdadeiro, mesmo, acho que só os projetos de empresários locais, como açotel e inusa, além da mercedes-benz, que teve que engolir a proposta de reativar a fábrica para não perder toda a planta para a Fiat....


Em suma, muito barulho para pouco...

Anônimo disse...

Omar, essa matéria é muito interessante, sobre o caso da doação de uma TV na cidade de Barueri SP, feita pelo CQC da Band. Sugiro que faça uma denuncia ao CQC e quem sabe não saia em rede nacional um mico de nossa prefeitura de Juiz de Fora.
Sucesso!!!

Abaixo a matéria de Barueri
http://videos.band.com.br/v_53398_proteste_ja_sem_censura__parte_3.htm

Edson disse...

Omar, hoje aconteceu um rapapé para o governador na R. Henrique Burnier e por conta disso houve uma intimação, convocação, intimidação do funcionalismo municipal para engrossar a claque.
Como lá estava o Pestaninha, acredito que a saúde ficou paralisada pois a pressão foi grande.Imagino que em outras secretarias nao foi diferente. Juiz de Fora tá precisando de um periodo de normalidade, respeito, de ética. Enfim, de uma calmaria que só dirigentes com um caráter sólido, com uma educação que não seja apenas uma fina camada, um verniz que dê uma "guaribada" para aparições publicas. Utopia?

Edson disse...

Omar, outra coisa: Que tal uma campanha para o retorno gabinete do prefeito para o predio historico? Tirar o prefeito daquele esconderijo da av Brasil,fazê-lo e stacionar o carro ali no parque Halfeld, caminhar um pouco pela rua Halfeld, (quantas vezes cruzei com o Tarcisio caminhando sozinho pelo calçadão, só!) Prefeito é um empregado do povo de uma cidade, tem a cara na rua, seja para o aplauso ou vaia.

Paulo disse...

Prezado Omar,

Sou contra qualquer ação do MST ou de qualquer movimento que desrespeite a propriedade privada.

O direito a ela é um avanço das sociedades modernas e movimentos radicais como este não podem ser legitimados, pois em geral podem ser Sem Terras, mas longe de serem trabalhadores.

Não interessa se uma fazenda de cinco mil ou 15 mil hectares esteja improdutiva, pois se ela pertence a alguém e este cumpre com suas obrigações tributárias etc, vândalos não podem toma-la a força, que o faça o governo, respeitando critérios legais pela desapropriação e devido pagamento ao seu proprietário.

Meu pai era proprietário de pequena extensão de terras no bairro São Pedro, lotes urbanizados num total de 20 que ele comprou ao longo de sua vida com seu trabalho, não recebeu de presente nem de herança, insistindo, ele comprou a título de investimento sabendo da valorização futura daquela região por conta do campus da UFJF.

Em 1992 um grupo de Sem Casas invadiu os terrenos de meu pai e de um dia para o outro levantaram uma favela em sua propriedade, ou seja, tomaram a força o que meu pai comprou com anos de seu labor. Para ter de volta a posse daquilo que era proprietário recorreu a nossa justiça, que não deu sentença, pois no local haviam crianças menores. Oras, o que meu pai tinha a ver com isto? Quem tem de cuidar de sem teto é o governo, não somos um país "comunista".

Depois de 4 anos em recurso no TJ mineiro pedindo o básico, ou seja, que a lei fosse cumprida e o que dele de direito fosse devolvido, veio a intervenção e sentença para a retirada das famílias que neste meio tempo transformara os barracos em casas de alvenaria.

O prefeito da época, um populista perigoso, pediu a polícia que não cumprisse de imediato a sentença, e meu pai novamente teve de recorrer a justiça para que se fizesse cumprir o que ela mesmo determinou.

Mais dois anos se passaram somando-se 6 desde da invasão, meu pai muito desgostoso com tudo isto morreu deprimido.

Em 2003, onze anos depois do assalto ao meu pai, o mesmo TJ derrubou recursos interpostos por advogados particulares patrocinados por um político populista da cidade.

Em 2004 as famílias foram assentadas em um conjunto habitacional construído pela prefeitura na região de São Pedro e o espólio do meu pai teve a posse novamente daquilo que sempre foi seu.

Além das despesas para ter de volta o que era nosso, tivemos que arcar com máquinas e tratores para efetuar a limpeza dos esqueletos de casas que seus antigos ocupantes deixaram.

Por tudo isto sou contra qualquer atentado a propriedade privada. e antes que alguém venha com justificativas para aquilo que não é justificavel me provem qual a diferença de ter um celular tomado a força na rua e sua fazenda invadida. Simplista a comparação? Sim! Mas roubo é robo.

O discurso do vereador é muito bonito, mas fazer caridade com o chapéu dos outros é muito fácil. Por isso não somos um país sério, pois as leis não são respeitadas até por aqueles que as criam.

Paulo Antonio Sachegin
Juiz de Fora

Anônimo disse...

alo alo

Quem está acendendo uma vela pra Deus e outra pro Diabo?
É simples basta ver quen sebandiou pro blog da loucura.
Uma das coisas que vovó ensinou é quem mistura com porco farelo come.
Não há como servir a dois senhores:
ou se é companheiro e blogueiro do bem ou então melhor não vestir a camisa.
Apoiar traidores, não é atitude de homem.
Cuidado, pode se auto barrar no proximo encontro, pois lá no Afonsus, só se juntam amigos. Fofoqueiros, loucas de pedra, e leva traz ficam com vergonha de se achegar na gente.
Freud explica.

Anônimo disse...

Alguém precisa dizer ao mensaleiro e sua quadrilha que manutenção das condições mínimas de funcionamento de uma cidade não é a mesma coisa que novos empreendimentos.

Anônimo disse...

Passando hoje pelo bairro São Dimas vi um verdadeiro circo armado, literalmente armado porque nunca vi tanta polícia seguranças cacetetes... talvez seja a necessidade de pessoas que promovem o mal estar social, igual ao Busch.A cena era constrangedora formada por alguns miseraveis, talvez os mesmos que Custodio comprou por R$30,00. Será que o Aécio teria condições de descer o calçadão da Halfeld sem levar vaias ? Este esta longe de levar o legado do seu avô, pois o Tancredo andava de cabeça erguida (sem segurança) pela nossa cidade. Escolhia seus parceiros politicos homens de bem e carater, e não de mensaleiros corruptos.

Anônimo disse...

Omar Peres,

Temia que à próxima invação do MST seria no terreno da Mercedes-Bens, que nunca efetivou a planta de montagem de fabricação de veiculos em "xis-de-fora" tendo recebido isençao de impostos e VASTO TERRENO que tem se mostrado improdutivos, tanto na sua atividade fim, como no cultivo racional das terras recebida como benesse do Tucano Todinho MATTOS... A MERCEDES-BENZ/JF na montagem de veículos nesses anos, foi abaixo, muito abaixo da propaganda que se fez. Recebeu farta benesse do Prefeito Tucano Custódio de Mattos, na 1ª administração (93/96) e não cumpriu o prometido e tem operacionalizado abaixo, muito abaixo do seu potencial, com vasta capacidade de ociosidade...(devagar quase parando, para quem prometeu alavancar a região:- ficamos a ver návios no porto seco de mar de espanha, e vendo as aeronaves adquirida da França pelo SEMPRE NO AR, PRESIDENTE LULA ( POR ISSO QUE SUA POPULARIDADE ESTÁ NAS ALTURAS) que utilizam o elefante branco, do aeroporto regional de Goianá...)
O Gov. Aécio veio no seu penúltimo dia como Gov. de MG fazer mil e uma promessa...e o Prefeito Custódio, parece que assumiu, pois mandou espalhar "outdoor", ou melhor, cartazes, poluindo toda a cidade, com a propaganda de que JUIZ DE FORA é a partir de hoje um NOVA JUIZ DE FORA....saravá, salve-salve, aleluia-salve...Realmente ele não será o judas para a malhação neste fim de semana...mas, veremos se dessa vez 1% das promessas se concretizam...Vou rezar!
Marcial Fontes

Anônimo disse...

Omar,tal como a sua,minha família passou há decadas para outros setores,inclusive jornalismo.Seu projeto seria viável se o MST tivesse por objetivo se fixar e viver da terra.Hoje seu chefe já assume partir para ações urbanas,as rurais não o interessam.A única intenção ao invadir as terras mínimas dos Tostes foi política.É uma armadilha,e é triste que não haja voz a se levantar contra isso meramente com medo de perder benefícios governamentais-sei que não é seu caso.Fica aqui o registro de mais uma página a lamentar muito em breve,quando JF já não tiver nenhum significado.

André disse...

Omar, seu avô estava certo! Você é um comunista disfarçado de empresário. Só uma pessoa afetada de mente revolucionária é capaz de analisar uma invasão criminosa de um movimento de aproveitadores a uma propriedade privada e não tecer uma crítica sequer aos vagabundos. Invasão de terras é crime, omar peres. É um atentado ao Estado de Direito. E cometer crimes não é, de forma alguma, um meio legítimo de protestar e combater injustiças em um Estado Democrático e de Direito.

OMAR PERES disse...

Prezado Paulo Antonio,

Comungo com voce, toda a sua revolta, pelo sofrimento que fizeram teu pai passar.

Nesse caso especifico, a justica, em geral, falhou e tardou.

Teu pai 'e um triste exemplo, de quem, com trabalho, conseguiu guardar um pequeno patrimonio, ROUBADO POR POLITICOS SEM ESCRUPULOS.

No fundo, Paulo, quem roubou, de fato, a historia de lutas de seu pai, foram esses politicos que voce, educadamente, nao quis dizer os nomes.

E o pior, 'e que seu pai faleceu, e os politicos continuam vivos, e nem se lembram mais dessa historia, que tantos males causou a sua familia.

Tudo isso, se chamam INJUSTICA, OU MELHOR, FALTA DE JUSTICA.

Abraco,

Omar

JF CONTRA CORRUPÇÃO disse...

Júlio Sarchis

Não acredito em mais nada que vc escreve.
Tome cuidado pra que sua depressão não se transforme em decepção.
Sua escolha é dificil de engolir.
A ansiedade (é assim que se escreve) já detectada por vc mesmo, esconde sim uma psicopatia avançada.
Olha bem, cuidado com o canto da sereia, depois não diga que não lhe avisamos.
A verdade nunca se mistura com a loucura, com a feitiçaria, e com o apetite sexual descontrolado.
Veja bem o mato que está lenhando, para depois não vir aqui dizer que a "cigana" te enganou.
É uma pena ver um homem que pensavamos ser do bem, se misturando com esse tipo de gente.
Quer mesmo saber a verdade?
Mande seu endereço eletronico para:
jfcontracorrupcao@gmail.com
e talvez ainda haja tempo para vc parar de fazer papel de bobo.

Sua alma sua palma.

Anônimo disse...

EU NUM FALEI....O AÉCIM É UM MENINO LEVADO: PROMETE... PROMETE...PROMETE... TALVEZ TENHAMOS EM BREVE A MAIOR GREVE DA POLÍCIA MILITAR DE TODA A HISTÓRIA DA CORPORAÇÃO>

SIDERÚRGICA QUE FUNCIONARÁ EM 2.017 kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

OMAR, EU NÃO POSSO ME CONTER !KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
VIADUTOS, ESTRADAS, FÁBRICAS, MILHÕES DE EMPREGOS EM JF KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

O AÉCIM, MENINO LEVADO, QUEM O CONHECE BEM É O NIVALDO, PREFEITO DE SÃO JOÃO DEL REI.. ELE VEIO, FALOU, ENGANOU E SE MANDOU!KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

E, O POVO NOVAMENTE ACREDITOU!KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

SÓ FALTOU PROMETER:
1) JUIZ DE FORA SERÁ O PARAÍSO DIVINO;
2) JF TERÁ O MAIOR SANTUÁRIO EVANGELICO DO BRASIL.... TENDA DOS MILAGRES;
3) O SERJÃO PAGARÁ SUA CONTA NO AFONSO;
4) SERÃO CONSTRUIDAS 500 MIL CASAS POPULARES EM JUIZ DE FORA , TUDO COM O DINHEIRO DO ESTADO.

ETA, AECIM, VAI PROCURAR A SUA TURMA!!

OMAR, DEPUTADO FEDERAL
HÉLIO COSTA - GOVERNADOR....


MORRA, CUSTÓDIO ODORRICO!

JC disse...

Perfeita esta sua ideia de "reforma agraria" produtiva. Mas para participar dela tem que ser invasor, desrespeitador de propriedade alheia, como o MST?. Porque todo este movimento não poderia ter sido feito com os verdadeiros proprietarios, quem sabe não teria evitado que este bando tivesse vindo para nossa região.
Os recursos técnicos listados estão aí a mais de 50 anos e ninguem se moveu para nada.
E digo mais, quanto a reforma agraria feita com tecnologia, educação, crédito e terra, lhe digo que só ficam com esta última porque é a mais barata, e menos "chata", e que lhes rende algum lucro com a venda apos a posse, senão vejamos:
tecnologia - Ítem caro que depende de muitas instituições para se ter, isto é, só um movimento como este previsto em seu post para proporcionar tecnolgia a invasores e a pequenos proprietarios legitimos de terras.
educação - vem de berço, e depende de interesse de frequentar escolas para suprir o que lhe faltou no berço. Mas, como ter este ideal se só conhece a vida fácil de invasões?
crédito - Quem daria crédito ao MST? moral e financeiro!!!
e terra - Ah! este é fácil, é só a gente escolher uma fazenda bonita e invadir, depois os serviços sociais nos ajudam, os direitos humanos e todo mundo que não quer ter trabalho de acionar a justiça e fazer valer as leis de propriedade privada.

julio sarchis disse...

Ao Senhor !Juiz de Fora contra a Corrupção": Muito Prazer, meu nome é Julio Sarchis! Qual é o do senhor? ...O senhor teria mais credibilidade se tivesse coragem de colocar seu nome, o verdadeiro, ao invés de ficar no anonimato.
Acesso vários blog's no Brasil, e dois eu Juiz de Fora. O do Omar, que foi o primeiro e agora o da Elisabeth, "Jabá aqui não Rola".
Minhas intervenções tanto lá como cá, são sempre dentro do meu contexto de ver a politica e a sociedade a que frequento, não tem incoerência alguma!
Só não posso, é ler nas entrelinhas de suas postagens, você querer me induzir a um único pensamento. O senhor esta achando que está lidando com algum imbecil que se pode manipular à bel prazer? Ora, ve se te encherga senhor anônimo. Ponha seu nome em seus comentários e ai eu acreditarei ou, poderei estudar suas opiniões. De anônimo eu to cheio até no pescoço.
Você pediu para eu mandar meu e-mail para seu e-mail, vou fazer diferente, coloco ele aqui: "juliosarchis@superig.com.br"
Se não tenho medo de assinar postagens em blog's vou ter medo de expor meu e-mail? Olhe senhor "Anônimo", mande o que quiser para mim, pode encher o mesmo de besteiras. Posso abrir ou não, é opção minha! Inclusive tenho ótimos antivirus, para informática e para pessoas doentes! Agora pelo amor de Deus, me poupe não mandando correntes, tanto de cunho religioso como de auto-ajuda. Isso é coisa de babaca!
Agora o que me intriga e muito é: Como o senhor sabe tanto a meu respeito? Inclusive sobre meus problemas de saúde! O senhor tá bem informado e, sendo assim, fica quase fácil saber quem é o senhor (ou talvez senhora). E sobre o que eu escrevo, não é para ninguem acreditar ou não. É apenas minha opinião e meu pensamento, queira você concordar ou não.
Se quiser se mostrar, acesse meu Orkut também. Você é inteligente e sabera como faze-lo!
Vou colocar mais uma coisinha a meu respeito: Atualmente sou apartidário. Voto na pessoa, e não em partido. Fui PT doente e tive minhas decepções. Lá também tá cheio de ladrão, tal qual PSDB, PDT, DEM, PMDB, PFL, ETC.
Nas últimas eleições votei no Castelar, na Margarida, no Omar Peres (não era do PT) por achar que eles seriam bons representantes e dignos do meu voto.
Partido politico no Brasil, tá igual igreja evangélica, em cada esquina tem um!

Abração senhor Anônimo.

Assinado: "JULIO SARCHIS"

Augusto Surerus disse...

Gentalha, o que esperar de uma região pobre como a zona da mata, uma cidade como juiz de fora, que só tem estudantes pobres, aposentados e servidores públicos( só da prefeitura são 18000!)???

Aqui não tem emprego,não corre dinheiro, indústrias e empreendimentos vão pelo ralo( caveira de burro enterrada!!)e os poucos investimentos não tem termo de compromisso nem com a administração municipal nem com entidades de classe, o que se pode esperar??

A resposta é essa:

Dengue,desemprego,violência,menores infratores,estudantes duros cachaceiros,bolha imobiliária de construção de pombais para estudantes duros,comércio sem motivação,trânsito caótico em ruelas mal conservadas,assistência a saúde horrorosa aos munícipes( imagina os jacarés que vem de fora!),empresários desmotivados,favelização em morros da cidade,aposentados sem tratamento digno,mentiras políticas...etc!

Estou sendo pessimista? Não, é a realidade que está aí posta a prova e na fuça de todo mundo! provem que é mentira.É muito fácil falar quando os fatos não corroboram com a veracidade do mesmo, porém,infelizmente, a verdade é bem mais amarga para nós juizforanos que amamos a cidade e como eu, nascido aqui hà 67 anos, já tive o prazer de ver a verdadeira MANCHESTER MINEIRA, que hoje não passa de um simulacro de uma cidadela decadente da baixada fluminense...!